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Mostrando postagens com o rótulo depressão

Tratamento psiquiátrico na gravidez: quais são os riscos?

Existe uma debate importante na área médica a respeito do uso de medicações, principalmente dos antidepressivos , durante a gravidez, pois é alta a incidência de transtornos psiquiátricos nesse período. Há estimativas que mostram que até 1/4 das gestantes apresenta algum transtorno depressivo durante a gravidez e que até 15% usam algum antidepressivo ao longo da gestação*. Um dos maiores problemas é o fato de que muitas mulheres que fazem uso de medicações só descobrirão a gravidez com o atraso da menstruação, justamente no período crítico para a formação do bebê.  É importante ter em mente que nenhuma medicação foi aprovada sem restrições para o uso durante a gestação, pois todas atravessam a placenta e produzem algum tipo de efeito. Até o fim dos três primeiros meses, podem sobrevir alterações na formação do bebê; o uso no final da gravidez pode resultar em intoxicação ou abstinência ao nascer (sintomas como irritabilidade, tremores e dificuldade para a alimentação) e, como u...

Fibromialgia: tratamento multidisciplinar é a melhor opção

A fibromialgia é uma doença crônica que afeta cerca de 2 %  das pessoas  por volta dos 20 anos, o que aumenta para 8 %  aos 70. É mais frequente  nas mulheres, grupo em que representa a  causa mais comum de dor musculoesquelética entre os  20 e os 55 anos. A maior parte das pessoas começa a apresentar sintomas entre os 30 e  55 anos.   Os principais sintomas da fibromialgia incluem dor m usculoesquelética generalizada , fadiga, transtornos do sono e problemas  cognitivos e de memória. Outros sintomas  como  o sofrimento psicológico ,   a hipersensibilidade ao ambiente físico e psíquico, a ansiedade   e a disfunção sexual  podem  estar presentes.       Apesar de a origem da fibromialgia não ser totalmente conhecida, a síndrome é influenciada por fatores como o estresse, doenças médicas e uma variedade de condições dolorosas associadas em algumas pessoas, mas não em todas, a alterações neuroe...

Quem precisa dosar o lítio do sangue?

O lítio tem sido um grande aliado dos psiquiatras nas últimas décadas. É um potente estabilizador do humor, agindo no controle das flutuações afetivas das pessoas que sofrem de transtorno bipolar; pode ser utilizado para prevenir o suicídio e para o tratamento da depressão , como auxiliar aos antidepressivos . Apesar disso, usar lítio requer atenção redobrada por parte dos médicos e dos pacientes, principalmente devido à chamada janela terapêutica estreita. Isso quer dizer que, numa dose baixa, não funciona; numa dose alta, é tóxico. O controle adequado exige a solicitação periódica de dosagens sanguíneas lítio (litemias). Ou seja, somente quem está usando lítio como medicamento precisa dosar a substância no sangue. O lítio não serve para fazer diagnóstico de depressão ou bipolaridade, por exemplo. O resultado de uma litemia numa pessoa saudável, que não está usando lítio, sempre será próximo de zero.

Tratamento com mais de uma medicação: como funciona?

Quando você é diagnosticado pela primeira vez com  depressão , o médico provavelmente irá prescrever um único medicamento. Isto se chama  monoterapia . Até o momento, os médicos não têm como saber se um tratamento inicial vai ajudar a um determinado paciente ou se ele vai sofrer de sintomas residuais e necessitar de tratamento adicional. Por esta razão, é importante trabalhar em estreita colaboração com o seu médico, para que ele possa detectar e tratar toda a miríade de sintomas da  depressão  da melhor maneira possível. Isso pode incluir um tipo de terapia de  combinação de medicamentos . Como um horizonte relativamente novo no tratamento, alguns médicos estão começando a ver a vantagem de usar uma  combinação de medicamentos , incluindo antidepressivos ou outras drogas. Até recentemente, os psiquiatras costumavam receitar um  antidepressivo  de determinada classe numa primeira tentativa. Se não houvesse resposta, as opções seriam um aumen...

Estou usando antidepressivo, mas não melhoro! Por quê?

Muitos    pacientes      deprimidos     respondem    bem     aos     tratamentos iniciais   com medicação     antidepressiva .    No    entanto,    menos de 30%    irão   realmente    atingir a  remissão  (ausência de sintomas) com o primeiro tratamento.  Residuais  ou  persistentes , os   sintomas são   muito comuns e expõem   os  pacientes   a maiores   prejuízos   sociais, funcionais e interpessoais. Quando médico e paciente estabelecem um   plano terapêutico inicial , é preciso que fiquem claras as possibilidades e o alcance do tratamento, já que muitos pacientes ainda vão experimentar alguns sintomas e poucos serão completamente "curados". Em outras palavras, a probabilidade de que todos os sintomas desapareçam é muito baixa. Então, quando você começar o tratamento, o   ...